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Família Spitz
Walther Franz Spitz













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E tudo começou com um colono...




























I Encontro da Família Spitz
20 e 21 de abril
Lumiar - Nova Friburgo, RJ
Não perca!






Walther Franz Spitz ainda é uma incógnita para nós. Pouco se sabe sobre este personagem. Este colono não consta de nenhum documento oficial de imigração - mas o nome Spitz já aparece em 1832, com o pintor alemão Henrique Spitz. Walther veio para o Brasil entre 1843 e 1874, período do qual o Arquivo Nacional não guarda nenhum registro (este material perdeu-se com o passar dos anos); daí a falta de registros em seu nome.
Walther Franz Spitz tem data de nascimento ignorada. Acredita-se que tenha nascido na década de 1830, em Berna, na Suíça. Era luterano (protestante).
Também é desconhecida a idade com que veio para o Brasil, quando aportuguesou seu nome para Francisco Walter Spitz. Supõe-se que tenha vindo nos anos 50 daquele mesmo século, acompanhado de uma irmã.
Casou-se provavelmente na década de 1860 com Emília Ducraux ou Duxereaux (1839-13/01/1911), filha dos colonos suíços Henrique Augusto Ducraux e Isabel Stoller, com quem teve cinco filhos: Guilherme Henrique, Carolina, Maria Luiza Jacintha, Pedro Luiz e Manoel Francisco.
A data de falecimento de Walther Spitz e sua causa mortis são desconhecidas. De acordo com anotação feita na Igreja Luterana de Nova Friburgo, ele faleceu antes de 1886, ano do casamento de seu filho Guilherme Henrique. É provável que Walther tenha falecido ainda na década de 1870, já que teve apenas cinco filhos (número pequeno para a época).
Walther Franz Spitz foi sepultado no antigo Cemitério dos Quintinos, na Estrada Eugênio Guilherme Spitz (Mury-Lumiar, RJ-142, Km 10,5), que não existe mais.  




























Por Luciana Sodré Spitz Brito